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Uso A Longo Prazo De Uma Prótese Neural Em Pacientes Com Paralisia Progressiva

Uso a longo prazo de uma prótese neural em pacientes com Paralisia Progressiva

Interfaces cérebro-computador (BCIs) permitem a comunicação com os outros e permitem que máquinas ou computadores sejam controlados na ausência de atividade motora. Estudos clínicos avaliando próteses neurais em pacientes com esclerose lateral amiotrófica (ELA) foram realizados; entretanto, poucos estudos investigam se pacientes com ELA que progrediram da síndrome do encarceramento, que tem desde movimento voluntário muito limitado para um estado completamente bloqueado, caracterizado pela perda completa de movimentos voluntários, foram capazes de continuar controlando as próteses neurais. Para esclarecer isso, estudiosos utilizaram um sistema BCI para avaliar três pacientes com ELA em estágio avançado ao longo de 27 meses. Foram empregados os potenciais cerebrais evocados visuais de estado estacionário, provocados por LEDs de luz verde e azul, para controlar o sistema BCI. Todos os participantes controlaram de forma confiável o sistema durante todo o período (precisão mediana: 83,3%). Um paciente que progrediu para o estado completamente bloqueado conseguiu continuar operando o sistema com alta precisão. Além disso, este paciente usou com sucesso o sistema para responder a perguntas sim/não. Assim, este paciente foi capaz de operar o dispositivo neuroprostésico, sugerindo que o sistema BCI confere vantagens para pacientes com paralisia grave, incluindo aqueles que exibem perda completa de movimento muscular. Apesar do estudo ser um importante achado para a ciência, mais estudos e análises com uma maior amostra são necessários para reafirmar os resultados. 


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FONTE:
Okahara Y1,2, Takano K1, Nagão M3, Kondo K4, Iwadate Y2, Birbaumer N5,6, Kansaku K7,8,9.Sci Rep. 2018 Nov 14;8(1):16787. doi: 10.1038/s41598-018-35211-y.

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