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Demência, Como Agir?

Demência, como agir?

Quem tem um familiar com demência sabe o quanto carece de recursos para monitorar e intervir nas mudanças de comportamentos disfuncionais decorrentes da doença. Abaixo algumas dicas do INA para você que se sente desassistido desses recursos:
1) Ao invés de perceber o comportamento como negativo, ignorar ou reprimir o seu familiar acometido pela demência deve-se pensar que o comportamento dele reflete necessidades não satisfeitas e pode ser o único meio disponível para ele de resoluções de problemas.
2) Lembre-se que essas necessidades não atendidas incluem questões associadas a comorbidade, dor ou desconforto, alteração de humor, déficits cognitivos, auto-eficácia prejudicada, isolamento e tédio. Importante identificar a origem.
3) Para compreender essas necessidades é preciso entender essa pessoa. Por esse motivo é importante considerar: antecedentes dos comportamentos, o tipo de demência, as perdas cognitivas e funcionais associadas, a história da pessoa, a personalidade, as habilidades perdidas e mantidas, interesses, valores, cultura, sexualidade, rotinas, traumas e perspectivas. Essas dimensões analisadas no contexto atual da pessoa com demência permitirão que você faça ajustes comportamentais mais duradouros e com aderência dela.
4) O aumento da probabilidade de depressão e/ou delirium deve ser considerado e os sintomas regularmente reavaliados para intervenção adequada.
5) Segurança: considere sempre os fatores de segurança tanto para saídas quanto do ambiente doméstico, ou seja, evitar que a pessoa se perca ou tenha quedas. Converse sempre com a pessoa para sendo necessário sair, principalmente no início da demência, quando ela ainda não tem consciência da doença, ter junto de si o número de um telefone para contato e o seu endereço. No ambiente doméstico, garanta sempre a acessibilidade dela e evite configurações de ambiente que possa levá-la a quedas.
6) Comunique-se com calma e claramente para facilitar a compreensão entre a pessoa com demência e você. Portanto, recorra a frases curtas, simples e diretas e evite os possessivos. Eles não favorecem uma comunicação empática.
7) Incentive as rotinas de apoio e passatempos.
8) Os planos de cuidados devem manter sempre que possível a independência.
9) Estabelecer uma rotina para check-up regular e revisão de metas do plano de cuidados.
10) Garanta que a pessoa tenha acesso a alimentos e líquidos.
11) Evite dar respostas prontas para as perguntas oriundas de esquecimentos. Opte por dar pistas que a leve à recordação da informação.
O INA entende que você desempenha um papel crucial na gestão das necessidades da pessoa com demência e o nosso papel é fornecer apoio contínuo e facilitar o acesso aos cuidados baseados em evidências para que se tornem prática padrão.
Nossos telefones são: (21) 3577-3311 e (21) 99186-5884
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